A preocupação sobre Mosul


A ocupação de Mosul pelo grupo insurgente Isis (Estado Islâmico do Iraque e Grande Síria), no Iraque, tem sido o tema de diversos artigos e postagens de blog por indivíduos de todo o mundo preocupados com a destruição do patrimônio histórico da cidade. Localizada a cerca de 400 Km de Bagdad, Mosul ou al-Mawṣil, fica na margem ocidental do rio Tigre e é a capital da Província de Nínive, cujo nome é uma homenagem à antiga cidade de Nínive, fundada em 2250 a.C. e destruída em 612 a.C., e cujas ruínas localizam-se em frente à Mosul, no outro lado do rio Tigre.

A Mosul moderna expandiu-se para o outro lado do Tigre, abarcando assim as ruínas da antiga Nínive que incluem a famosa biblioteca de Assurbanipal. Mosul possui uma Universidade e um Museu de enorme importância. Ambos são conhecidos pela tradição de trabalhos colaborativos com equipes de arqueólogos de diversas partes do mundo. A população de Mosul é formada por uma maioria árabe e minorias diversas, sendo as mais importantes os assírios, os iraquianos de origiem turca e os kurdos. Normalmente a diversidade étnica é um fator positivo no sentido de favorecer a paz e a convivência em harmonia. Entretanto, o que as recentes imagens de Mosul têm mostrado são os horrores da guerra. Dentre as muitas perguntas levantadas sobre Mosul e a paz no Iraque e na Síria, duas que se destacam são: até onde? até quando?

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